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ALCIDES DE OLIVEIRA LIMA - BATERIA E WASHBOARD
O Cidão faz o papel de mestre de cerimônias da banda. Ele é aquele elemento que apresenta os músicos, fala das músicas, conta histórias da banda, faz o povo rir e amarra o público à banda. Essa habilidade Cidão desenvolve desde os tempos em que atuava como ator profissional em teatros de São Paulo.
Hoje presta serviços na área de consultoria para indústrias automobilísticas. Nascido em Sorocaba, Cidão começou a tocar bateria aos 16 anos, em uma orquestra de bailes.
Um antigo sonho ronda a cabeça do Cidão: fundar um Clube de Jazz, uma estrutura montada para divulgar o Jazz e dar continuidade ao Trabalho que a Traditional vem realizando nos últimos anos.

EDMUNDO CALLIA JUNIOR - PIANO
edocallia@globo.com

O pianista do grupo, Édo Callia, é uma das dessas pessoas que nasceu e foi criada no meio artístico. Nasceu filho de pintor, neto de maestro.
Mas apesar de todo esse meio favorável, Callía acabou mesmo trilhando o caminho da engenharia, e se especializou em estruturas de madeira. Porém, a arte que sempre fez parte de sua vida o trouxe para a música.
Callía que também canta, gosta de ocupar o tempo livre com outras atividades artísticas. Ele pinta, desenha, e até mesmo estória em quadrinhos chegou a fazer.

EDUARDO BUGNI - BANJO E VIOLÃO
ebugni@uol.com.br
É certo que a primeira palavra pronunciada pelo Dudu não foi nem papai nem mamãe, foi disco. Apesar desse início promissor, o seu percurso musical foi muito entrecortado. Aos seis anos, iniciou seus estudos de piano. Dudu ( outro engenheiro do grupo ) já não queria deixar de Ter contato com a música. Aos doze anos, iniciou seus estudos de violão, instrumento que na época era mais divulgado e estudado. Como autodidata estudou, pesquisou, e hoje é um dos compositores e arranjador da banda.
Com as participações nos grupos de Jazz, Dudu começou a se interessar também pelo banjo, o que foi fácil de dominar em função da sua prática com o violão.

ALEXANDRE ARRUDA - TROMBONE
alearruda@uol.com.br
"Um show ao vivo é para se ouvir ver e sentir". Essa é a filosofia seguida por Alexandre durante uma apresentação. Sua preocupação é passar para o público toda a emoção que sente quando executa uma música. O músico, para ele, ao subir em um palco deve estar preparado para lidar com diversos elementos para se comunicar, e deve usá-los para passar sentimentos, informação e cultura ao público. Para ele, trabalhar com um instrumento musical é um exemplo disso: "o músico deve com seu instrumento e seu corpo transformar notas e movimentos em sensações, sentimentos", diz.
Como os outros elementos da banda Alexandre tem outra atividade. Ele é administrador de empresas.

CARLOS HAGE CHAIM - CONTRABAIXO
cchaim@tradjazzband.com.br
O primeiro instrumento do Chaim foi o piano. Estudou o instrumento desde os seis até os noves anos, quando encontrou o violão. Frequentou cursos de violão clássico e ainda jovem formou conjuntos musicais. Era tempo de rock and roll e Chaim se aperfeiçoava nos sons do baixo elétrico. Em 1973, ele e o pianista da Traditional, Callía, estudavam juntos e formaram um conjunto, desfeito em razão da formatura dos seus integrantes. Chaim entra para o curso de engenharia, mas continua estudando seu instrumento preferido. Formou-se engenheiro e passou do baixo elétrico para o baixo acústico. E hoje ele concilia sua vida profissional com a de contrabaixista da Traditional.

AUSTIN NOSCHESE ROBERTS - TRUMPET
Considerado um dos maiores trumpetistas de Jazz no Brasil, Austin começou cedo sua carreira vitoriosa, tendo como maior fonte de inspiração o grande Louis Armstrong.
Ainda estudante de Direito, formou a São Paulo Dixieland Band, a mais antiga banda ainda em atividade em São Paulo. Logo depois, fez parte da formação da Traditional da qual saiu várias vezes por motivos profissionais mas sempre voltou e continua até hoje.
Com sua dupla nacionalidade (brasileira e americana), tem sido o contato da banda com os vários festivais de Jazz nos Estados Unidos.

MARCOS MONACO - CLARINETE, SAX-ALTO, SAX-TENOR, SAX-SOPRANO E FLAUTA
marcos.monaco@terra.com.br
O primeiro contato do Monaco com a música foi o estudo de piano por 3 anos. Em 1971 iniciou os estudos no clarinete. Seu primeiro contato com o jazz foi em 1973 no grupo Mississippi Muddy Jazz Band, formação que tinha, dentre outras pessoas, o Chaim, Callia e Alexandre. Em 1977 passou a estudar clarinete naEscola Municipal de Música. Tocou também com o Cidão Na Brazilian Jazz Stompers. Em 1978 passou a integrar a Shinning Brass Band e atualmente toca também com a Atrium Jazz Band.Participou de mais de 20 gravações de Cds Evangélicos e é membro fundador da Associação de Músicos Cristãos-AMC. Exerce Advocacia Cível e Trabalhista, formando-se bacharel em direito em 1980.

Fotos: Rodrigo Jaña